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Por Steve Gorman e Jane Ross
LOS ANGELES, 23 Fev (Reuters) - Nick Reiner, o conturbado filho do cineasta Rob Reiner, assassinado em Hollywood, se declarou inocente nesta segunda-feira das acusações de homicídio decorrentes do esfaqueamento fatal de seus pais em sua casa, um dos casos de homicídio de celebridades mais chocantes da história de Los Angeles.
Nick Reiner, de 32 anos, foi indiciado durante uma breve audiência que foi remarcada duas vezes, a última delas no mês passado, quando seu advogado original renunciou abruptamente sem explicação e foi substituído por um defensor público.
Ele se declarou inocente de duas acusações de homicídio doloso pelo ataque mortal com faca ao ator e diretor Rob Reiner, 78 anos, e à fotógrafa e produtora Michele Reiner, 70 anos, cujos corpos foram encontrados em 14 de dezembro dentro de sua mansão em West Los Angeles.
Nick Reiner, que reconheceu uma longa luta contra o abuso de substâncias, seguirá preso sem fiança, como está desde sua prisão nas horas seguintes ao assassinato de seus pais.
Os assassinatos provocaram uma onda de pesar entre as celebridades de Hollywood por Rob Reiner, que ganhou fama ao coestrelar a comédia de sucesso da televisão dos anos 1970 “Tudo em Família” e mais tarde dirigiu filmes tão amados como “Harry e Sally - Feitos um para o Outro” e “A Princesa Prometida”.
Reiner tornou-se um proeminente ativista e doador do Partido Democrata. Ele e sua esposa, casados há quase 37 anos, planejavam participar de uma reunião noturna com o ex-presidente Barack Obama e Michelle Obama no dia dos assassinatos.
Foi amplamente divulgado que Nick Reiner havia discutido com seus pais enquanto os três participavam de uma festa de fim de ano organizada pelo comediante Conan O'Brien na noite anterior ao assassinato do casal.
As circunstâncias e a notoriedade em torno do caso Reiner trouxeram à tona lembranças do assassinato a facadas, em 1994, da ex-esposa do ex-astro do futebol norte-americano O.J. Simpson, Nicole Brown Simpson, e de seu amigo Ron Goldman.
O.J. Simpson foi absolvido das acusações de homicídio em um caso altamente sensacionalista, divulgado pela mídia como o “julgamento do século”, mas um júri civil posteriormente o considerou responsável em um processo por homicídio culposo movido pelas famílias das vítimas.
Se Nick Reiner for condenado conforme a acusação, ele poderá pegar prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. Os promotores ainda não decidiram se vão pedir a pena de morte.
As autoridades divulgaram poucos detalhes sobre o crime e não ofereceram nenhuma explicação sobre o que pode ter precipitado os assassinatos. As autópsias revelaram que ambas as vítimas morreram devido a “múltiplas lesões causadas por objeto cortante”.
O renomado advogado de defesa Alan Jackson, inicialmente contratado para representar Nick Reiner, retirou-se repentinamente do caso em 7 de janeiro, forçando o segundo de dois adiamentos da audiência de acusação em três semanas.
Advogados do escritório da defensoria pública foram então designados para substituir Jackson no curto prazo.