Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras vitae gravida odio.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras vitae gravida odio.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras vitae gravida odio.

Por Tom Polansek
CHICAGO, 10 Fev (Reuters) - A safra de soja do Brasil 2025/26 foi estimada nesta terça-feira em recorde de 180 milhões de toneladas, apontou o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) em relatório mensal, indicando um aumento de 2 milhões de toneladas ante o projetado em janeiro.
A colheita do país, maior produtor e exportador global de soja, superaria em 8,5 milhões de toneladas a registrada na temporada anterior, segundo números do USDA.
A reavaliação da projeção foi feita enquanto o país já está colhendo a safra 2025/26.
O USDA elevou sua estimativa para a produção brasileira de soja em momento em que agricultores norte-americanos enfrentam forte concorrência dos fornecedores sul-americanos nas vendas globais.
A China, maior importadora mundial de soja, deve aumentar as importações de soja brasileira no primeiro semestre, já que a produção recorde e os preços competitivos impulsionam os embarques, segundo operadores.
A China comprou cerca de 12 milhões de toneladas de soja dos EUA após o descongelamento das relações entre Pequim e Washington desde o final de outubro. No entanto, as compras foram feitas inteiramente pelas estatais Sinograin e Cofco, com os preços mais altos dos EUA deixando os comerciantes privados de fora.
A projeção do USDA veio acima da expectativa de analistas, que esperavam um aumento para 179,39 milhões de toneladas, de acordo com uma pesquisa da Reuters.
O USDA manteve a projeção de safra de milho do Brasil em 131 milhões de toneladas em 2025/26, estável ante previsão de janeiro -- analistas esperavam um aumento para 132,58 milhões de toneladas.
A maior parte da colheita do cereal no país é obtida na segunda safra, que está sendo plantada e ainda depende das condições climáticas ao longo do ciclo.
O clima favorável beneficiou amplamente a soja brasileira. Na semana passada, as consultorias StoneX e Céleres também elevaram suas projeções para a produção do país, citando rendimentos maiores do que o esperado anteriormente.
Em contrapartida, o calor e a seca alimentaram preocupações com possíveis perdas nas safras da Argentina.
O USDA manteve suas estimativas para as safras de milho e soja da Argentina em 53 milhões de toneladas métricas e 48,5 milhões de toneladas, respectivamente. Analistas esperavam, em média, reduções leves.