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Por Nicole Jao
NOVA YORK, 4 Fev (Reuters) - Os preços do petróleo subiram cerca de 3% nesta quarta-feira, depois que uma reportagem da mídia sugeriu que as negociações planejadas entre os Estados Unidos e o Irã na sexta-feira poderiam fracassar.
Os futuros do Brent fecharam em alta de US$2,13, ou 3,16%, a US$69,46 o barril, enquanto o petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos EUA subiu US$1,93, ou 3,05%, a US$65,14.
Os EUA rejeitaram o pedido do Irã para alterar o local das negociações previstas para sexta-feira, informou a Axios nesta quarta-feira, citando duas autoridades norte-americanas.
Os dois contratos de referência do petróleo oscilaram esta semana entre as notícias das negociações para diminuir as tensões entre os EUA e o Irã e os temores crescentes de uma possível interrupção no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz.
“Se houver uma guerra aberta no Irã, isso poderá colocar em risco o fornecimento de 3,4 milhões de barris por dia do Irã. Mas ainda mais significativo é o controle do Irã sobre o Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% dos líquidos de petróleo globais”, disse Ajay Parmar, diretor de energia e refino da ICIS. Esse prêmio de risco ainda está no mercado e é a principal razão pela qual os preços permanecem mais altos agora do que os fundamentos indicariam, acrescentou.
As forças armadas dos EUA abateram na terça-feira um drone iraniano que se aproximou “agressivamente” de um porta-aviões norte-americano no Mar Arábico, informou o exército norte-americano.
Separadamente, um grupo de barcos de guerra iranianos se aproximou de um petroleiro com bandeira norte-americana ao norte de Omã, informaram fontes marítimas e uma consultoria de segurança. Os EUA e o Irã deveriam realizar negociações em Omã na sexta-feira, de acordo com uma autoridade regional.
Os membros da Opep Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuweit e Iraque exportam a maior parte de seu petróleo pelo Estreito de Ormuz, principalmente para a Ásia.
Enquanto isso, as importações de petróleo russo pela Índia caíram em janeiro, continuando uma queda que começou em dezembro, à medida que as refinarias buscavam fontes alternativas devido à pressão das sanções ocidentais e às negociações comerciais em andamento entre os EUA e a Índia, segundo fontes da Reuters e dados divulgados.
(Reportagem de Nicole Jao em NOVA YORK; Reportagem adicional de Scott DiSavino e Shariq Khan em NOVA YORK, Shadia Nasralla em Londres, Yuka Obayashi em Tóquio e Jeslyn Lerh em Cingapura)